Um Pitch Dia da Santa Causa

foto em plano americano alto (acima dos joelhos) do Rafael e Aline da Santa Causa com o apresentado Luciano Huck. Ele está no centro com os braços sobre os ombros do Rafael (lado esquerdo da foto) e da Aline (lado direito da foto). Os três sorriem. O Rafael veste um blazer vinho, camiseta cinza e calça jeans, o Luciano veste calça jeans, blusa de gola polo e zíper na cor cinza, e a Aline usa um balzer cinza sobre uma camiseta cinza e tem um mochila pendurada no ombro esquerdo.Na semana passada caímos no mundo do “pitch” da maneira mais incrível que poderia acontecer. Fomos convidados pelo Google para participar do “Pitch Day”.

Na semana passada a nossa equipe teve uma experiência muito interessante. Caímos no mundo do “pitch” da maneira mais incrível que poderia acontecer. Fomos convidados pelo Google para participar do “Pitch Day” um dos eventos de comemoração de 1 ano do Google Campus, espaço de coworking, que aliás, nós frequentamos desde que foi inaugurado.

Aí não sei se você, como nós, ficou se perguntando que raio de “pitch” é esse? Embora seja um termo bastante utilizado e já tivéssemos ouvido vagamente falar, na prática sabíamos muito pouco o que era isso. A Santa Causa é um startup novinha e esses termos, bem como tudo que envolve ser um empreendedor é uma novidade em nossas vidas. Bom, fomos entender melhor o que era o tal do “pitch” e descobrimos que era um jeito de apresentar um projeto ou uma ideia da maneira mais objetiva, curta e convincente possível.

Alguns usam uma metáfora e chamam de “conversa de elevador” que é um termo bem comprido e só aí você já perdeu uns segundos preciosos. Portanto, a palavra “pitch” é bem melhor. Aí ficamos sabendo que o nosso pitch seria de 3 minutos, só depois nos demos conta que isso é bastante tempo, os pitchs costumam ser pensados para algo como 1 ou 2 minutos no máximo. Começou o desafio!

Nós queríamos apresentar um projeto que envolve vários conceitos, que não são de pleno domínio público e isso precisava ser feito de maneira rápida, agradável e, além disso, estávamos concorrendo com outros quatro projetos de startups selecionadas entre 77. Só por esse resultado já achamos um sucesso estar lá. Mas aí juntar tudo isso e ainda por na conta o nervosismo, os apagões que acontecem, tremedeiras e a fobia das câmeras, foi tensão total!

No fim a experiência foi absolutamente incrível!! Depois de escrever texto, reescrever, treinar, cronometrar, reeescrever novamente e treinar mais chegamos a um formato bacana e lá fomos nós para o Google Campus. Haveria uma banca de jurados que só foram revelados no dia do evento. Essa era uma surpresa do Google. Quando chegamos descobrimos que o Luciano Huck era o jurado principal, juntamente com o diretor do campus e a diretora de marketing do Google. Caraca!! Nervosismo que era médio, explodiu! O auditório estava lotado, provavelmente por causa do Luciano, mas ainda assim era uma platéia e tanto. Mais nervosismo ainda, se é que era possível.

Nós apresentamos, 3 minutos, mais 2 para perguntas da banca e foi um sucesso! Não ganhamos, mas conquistamos uma credibilidade incrível, levamos a mensagem sobre a importância da inclusão da pessoa com deficiência para uma platéia formada por jovens empreendedores que são o futuro do nosso país e para dentro do Google, espaço de inovação e fomentador de novos negócios. Recebemos muitos elogios e trocas bacanas depois do evento.

A ideia desse texto é contar que perdemos a virgindade no pitch no melhor estilo e também para ajudar outros empreendedores que estão começando. Acho que no fim a melhor dica é controlar o nervosismo e tentar soar o mais natural possível. Se o seu projeto é bom ele será bem recebido. Mas não deixe de treinar muito, muito mesmo.

Antes do pitch fizemos uma super pesquisa de dicas e técnicas para apresentá-lo da melhor maneira possível, mas foi só essa semana que descobrimos o treino mais pragmático. Foi em um filme chamado “Amor e outras drogas” com o ator Jake Gyllenhaal, em que ele protagoniza um sujeito que vira representante comercial de medicamentos e precisa convencer médicos que o seu produto é melhor que os outros, para isso ele treina acendendo um palito de fósforos e falando sobre os benefícios do produto antes que seus dedos sejam queimados. Seus dedos são queimados muitas vezes antes dele conseguir.

Nós gostamos muito da técnica porque ela define muito bem o que é o pitch e também porque teremos que queimar muito os dedos antes de fazer isso do melhor jeito, mas vai valer a pena. Na era digital e da informação não temos dúvida de que a objetividade é fundamental e nós já incorporamos o pitch em nosso day!!

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